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O esquecimento do sentir

Sango Agostinho, padre da Igreja no século IV, em suas Confissões, diz que quando a música sensibiliza mais do que as letras que se cantam, há, então, pecado. Isto porque a Verdade (que, no caso dele, é Deus) está nas … Continuar lendo

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Os mistérios da política

Para Aristóteles o conceito de cidadão pode ser definido como “aquele que detém algum poder”. A questão do que é poder, contudo, não é pensada. E a grande pergunta política para ele é “qual é a melhor forma de administração?”. … Continuar lendo

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De como a revolução se tornou reação

No fim da Modernidade, em um golpe que se inicia com Nietzsche, o Ocidente se vê no meio de uma revolução que visa à moralidade. Nietzsche escava fundo as bases da moralidade, realiza sua genealogia – nos aponta o caminho … Continuar lendo

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Alguma consideração sobre as disposições de humor

Estive percebendo que há sempre uma pressa em tipificar, em classificar, desde uma analogia entre alto e baixo, as disposições de humor. A preocupação é sempre em deixar bem definido o que está para o lado de cima, e assim … Continuar lendo

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Desvio filosófico ou 5 notas de errância ou ainda um descaminho de movimento

Nota  zero: É uma divagação, extensa para o meio (blog) que se pretende. O caminho pode, e provavelmente o é, parecer obscuro, senão confuso. Mas, a confusão, ou então, nomeando-a diferentemente, o mistério é uma boa coisa. O que é … Continuar lendo

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O mito das cinco raças, de Hesíodo

Mas se queres te farei em resumo outro relato, bem e habilmente narrado, e tu coloca-o no teu espírito: como nasceram da mesma fonte os deuses e os humanos perecíveis. Primeira de todas entre os humanos de fala articulada, fizeram … Continuar lendo

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Divagando sobre a não-aula (ou Sobre o Afeto)

Divagações I 1. Aula diz, dizia (embora nunca deixe de dizer, por isso diz), do pátio do palácio no qual ocorriam discussões. Era, em suma, o local no qual pessoas se reuniam para discutir. 2. Educar, se depreendido, diz “ex-ducare”, … Continuar lendo

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